11 de nov. de 2008
11 de out. de 2008
16 de set. de 2008
Berimbau e Bigorna

BERIMBAU. Versão afro-brasileira do arco musical. É um arco de madeira retesado por um fio de arame, tendo na extremidade inferior uma cabaça arredondada que é sua caixa de ressonância. Percute-se o fio com uma varinha ou com a mão. Afastando-se ou aproximando-se dele uma moeda qualquer, obtêm-se sons diferentes. As notas simultaneamente monótonas e expressivas do berimbau servem de pontuação a atividades com a capoeira.
BIGORNA. Instrumento de percussão usado na orquestra para efeitos especiais. Pode consistir na imitação de uma bigorna de ferreiro ou em um jogo de barras de aço percutidas por baqueta. É usualmente de tom indefinido, mas é possível fazer com que a variedade de barras de aço produza notas de tom fixo. O instrumento é usado em O Ouro do Reno, de Wagner.
10 de ago. de 2008
Bateria

"Os instrumentos de percussão da orquestra". Antigamente (em torno de 1900) bandas e orquestras tinham de dois a três percussionistas cada. Um tocava o bumbo, outro a caixa, e outro tocava os pratos, os blocos de madeira e fazia os efeitos sonoros. Mas todas essas pessoas se tornaram dispensáveis depois da invenção de um humilde item: o pedal de bumbo. Outra invenção aparentemente simples que tornou a bateria possível foi a estante para a caixa. Até 1899, os bateristas usavam cadeiras para apoiar seus tambores – ou os dependuravam nos ombros com o uso de correias. Uma vez que pedais e suportes para caixa práticos se tornaram disponíveis, um único baterista poderia executar o trabalho previamente feito por três. E assim nasceu a bateria – ou “trap set” como inicialmente era chamada. E desde aí os sets de bateria foram evoluindo até chegar nos que vemos hoje em dia.