Concerto in G para flauta KV 313 - Mozart, com a Sinfonia Varsovia Orchestra, conduzida por Philippe Bernold.
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7 de abr. de 2013
Concerto in G para flauta
Concerto in G para flauta KV 313 - Mozart, com a Sinfonia Varsovia Orchestra, conduzida por Philippe Bernold.
27 de jun. de 2011
Flauta de Pan ou Syrins
Jogo de flautas simples de diferentes comprimentos ligadas umas às outras. As extremidades inferiores dos tubos são fechadas e não há orifícios para os dedos; as diferentes notas são produzidas soprando-se nos diferentes tubos. (Segundo a mitologia grega, o deus Pã fez o primeiro desses instrumentos de um caniço em que fora metamorfoseada uma ninfa por ele amada. Pan buscava consolo na música que o instrumento produzia). Sin.: flauta rústica, flauta pastoril.
10 de jun. de 2011
Flauta
1. Originariamente, um simples tubo ou cilindro oco, munido de um bisel na extremidade superior e de um pequeno número de orifícios para os dedos no sentido longitudinal. O tocador sopra no bisel para dentro do tubo, alterando os sons conforme tape ou destape os orifícios para os dedos. A flauta de apito (flauta reta ou aguda) possui embocadura muito simples, através da qual o tocador sopra por um orifício lateral no tubo, um pouco abaixo da embocadura. Amplamente usada na música popular do mundo inteiro, a flauta de apito evoluiu muito na Europa, até se converter na flauta doce. Flautas de bisel, simples, duplas, triplas e até quádruplas são usadas desde a antiguidade na América do Sul (por exemplo, a quena e o sicu das culturas andinas) e em tempos mais recentes na Europa Oriental.2. Flauta de nariz. Flauta rudimentar em que o tocador tapa uma narina e sopra com a outra. Em Bornéu, a flauta de nariz é vertical e na Polinésia, transversal.

3. Flauta Transversal. Flauta com um orifício de sopro lateral, que serve de embocadura, situada perto da extremidade fechada e através do qual o flautista sopra, mantendo o instrumento na horizontal, usualmente para o lado direito do rosto. Originária da Ásia, no século IX a.C., chegou à Europa no século XII de nossa era. Antes do século XVII, era usada principalmente como instrumento militar, mas daí em diante se tornou parte importante da orquestra, desenvolvendo um complexo sistema de chaves, o qual foi aperfeiçoado na década de 1830 por Theobald Boehm. Além do sistema de chaves, Boehm introduziu outras inovações: aumentou o número de orifícios para os dedos, simplificou o sistema de dedilhado e desenhou nova cabeça parabólica. A moderna flauta orquestral usa o sistema Boehm de chaves, proporcionando-lhe uma escala de três oitavas desde o dó central. O flautim ou piccolo é uma versão menor da flauta, com cerca de metade de seu tamanho, soando uma oitava acima e muito usado em solos orquestrais. A flauta alto (uma quarta ou uma quinta abaixo do instrumento-padrão) e a flauta baixo (uma oitava abaixo) têm limitado uso na orquestra. À parte, seu lugar na seção de madeiras da orquestra, a flauta tem sido muito usada como instrumento solista, como se vê nas seis Sonatas para Flauta e Teclado de Bach, em concertos de Mozart e em sonatas modernas, como a Hindemith.
2 de jun. de 2007
Gregos

Parte essencial na educação dos gregos, sua música falava do amor e do devotamente às artes. Os gregos foram, entre os antigos, o povo que maior destaque deu à música. Para cada arte havia uma deusa protetora, uma musa. Música, significa arte das musas.
Entre os gregos, a lira era o instrumento nacional. Outro instrumento grego era a cítara, destinava-se especialmente à música séria. Os pastores gregos costumavam tocar a flauta de Pan, enquanto guardavam os rebanhos. Outro instrumento de grande importância era o aulo, uma flauta de palheta dupla, som agudo e excitante. É a flauta, propriamente dita.
Entre os gregos, a lira era o instrumento nacional. Outro instrumento grego era a cítara, destinava-se especialmente à música séria. Os pastores gregos costumavam tocar a flauta de Pan, enquanto guardavam os rebanhos. Outro instrumento de grande importância era o aulo, uma flauta de palheta dupla, som agudo e excitante. É a flauta, propriamente dita.
3 de abr. de 2007
Hebreus

Tudo quanto se refere à civilização hebréia, nos é passado em grande parte, pela Bíblia.
Os salmos eram os principais cantos sacros, atribuídos a David, musicista e um dos chefes do exército israelita. Era David quem acalmava Saul, rei de Israel, nos seus acessos de cólera ou de melancolia, ao som dos acordes da sua harpa.
David tinha o hábito de reunir o povo em praça pública, convocando os melhores instrumentistas do reino, proporcionava a todos um meio de ouvir música, e também formava coros de mais de mil pessoas.
Quanto aos instrumentos é provável que se originassem dos instrumentos egípcios e árabes. Possuíam um instrumento de sopro reservado ao culto chamado shofar, e era fabricado com um chifre em espiral. Usavam trompas, flautas e pandeiros de origem egípcia e pratos de metal de origem árabe.
A música dos hebreus era rica de instrumental. Tocavam e cantavam provavelmente em uníssono, como os demais povos da antiguidade. Algumas raríssimas melodias tradicionais hebraicas foram encontradas e conservadas numa sinagoga do Cairo.
Os salmos eram os principais cantos sacros, atribuídos a David, musicista e um dos chefes do exército israelita. Era David quem acalmava Saul, rei de Israel, nos seus acessos de cólera ou de melancolia, ao som dos acordes da sua harpa.
David tinha o hábito de reunir o povo em praça pública, convocando os melhores instrumentistas do reino, proporcionava a todos um meio de ouvir música, e também formava coros de mais de mil pessoas.
Quanto aos instrumentos é provável que se originassem dos instrumentos egípcios e árabes. Possuíam um instrumento de sopro reservado ao culto chamado shofar, e era fabricado com um chifre em espiral. Usavam trompas, flautas e pandeiros de origem egípcia e pratos de metal de origem árabe.
A música dos hebreus era rica de instrumental. Tocavam e cantavam provavelmente em uníssono, como os demais povos da antiguidade. Algumas raríssimas melodias tradicionais hebraicas foram encontradas e conservadas numa sinagoga do Cairo.
30 de mar. de 2007
Assírios, Babilônios e Caldeus

Pouco se sabe da arte musical desses povos. Sabe-se que entre os assírios e babilônios a música desempenhava função importante para animar as tropas nas batalhas. Usavam a música também para alegrar os suntuosos banquetes e festas, nos tempos de paz.
Vários eram os instrumentos usados e já divididos em corda, sopro e percussão. A lira era tocada com plectro. O plectro era uma varinha de marfim usada para fazer vibrar as cordas da lira. Entre os instrumentos de sopro figuravam as flautas e as trombetas, e entre os de percussão, os tímpanos e o gongo.
10 de mar. de 2007
Os Árabes

Os árabes figuram entre os povos orientais que mais cultivaram e propagaram a arte musical. A música era indispensável em todas as cerimônias religiosas. No Alcorão, todos os versículos eram cantados, e até hoje os árabes conservam essa tradição.
Entre os antigos instrumentos árabes encontram-se instrumentos de corda, de sopro e de percussão. Um dos mais velhos e rudimentares instrumentos árabes era chamado rabeca do poeta. Tinha somente uma corda e com ela se acompanhava o poeta da tribo nas suas pomposas e brilhantes declamações. Usavam também pequenas harpas para acompanhar os cantores e o alaúde. Entre os instrumentos de percussão figurava o adufe, que tinha a forma de um jarro cuja boca era recoberta por uma pele de animal, e servia para marcar o ritmo das músicas coletivas. O principal instrumento de sopro usado pelos árabes foi a flauta; era fabricada de bambu e tocada pelos pastores e beduínos.
Entre os antigos instrumentos árabes encontram-se instrumentos de corda, de sopro e de percussão. Um dos mais velhos e rudimentares instrumentos árabes era chamado rabeca do poeta. Tinha somente uma corda e com ela se acompanhava o poeta da tribo nas suas pomposas e brilhantes declamações. Usavam também pequenas harpas para acompanhar os cantores e o alaúde. Entre os instrumentos de percussão figurava o adufe, que tinha a forma de um jarro cuja boca era recoberta por uma pele de animal, e servia para marcar o ritmo das músicas coletivas. O principal instrumento de sopro usado pelos árabes foi a flauta; era fabricada de bambu e tocada pelos pastores e beduínos.
21 de fev. de 2007
Antiguidade...

É em documentos antigos e pelas referências que se encontram nas obras dos grandes filósofos, que vamos encontrar quanto se refere à arte musical na antigüidade. Entre os povos da antiguidade destacam-se pela sua civilização os egípcios, os árabes, os assírios, os babilônicos, os caldeus, os hebreus, os indianos, os chineses e muito especialmente, os gregos.
EGÍPCIOS
O egípcio é o povo de civilização mais antiga de que se tem conhecimento, e sabe-se que a música e os músicos gozavam de grande consideração entre eles. Entre os seus instrumentos encontravam-se os instrumentos de corda, como a harpa e o alaúde; de sopro eram as flautas de vários tipos e, em geral, de barro, de osso ou de marfim. Com a descoberta do bronze, os egípcios fabricaram flautas e trombetas deste metal. Também tinham instrumentos de percussão, figurando entre eles os tambores de guerra. Com o bronze fabricavam címbalos em forma de pandeiros e várias espécies de castanholas, entre as quais se destacava o sistro, usado nas cerimônias celebradas em homenagem à deusa Isis, divindade que personificava a primeira civilização egípcia. A música entre os egípcios era praticada em coletividade, sendo reservado à mulher o desempenho de papel importante no conjunto musical.
EGÍPCIOS
O egípcio é o povo de civilização mais antiga de que se tem conhecimento, e sabe-se que a música e os músicos gozavam de grande consideração entre eles. Entre os seus instrumentos encontravam-se os instrumentos de corda, como a harpa e o alaúde; de sopro eram as flautas de vários tipos e, em geral, de barro, de osso ou de marfim. Com a descoberta do bronze, os egípcios fabricaram flautas e trombetas deste metal. Também tinham instrumentos de percussão, figurando entre eles os tambores de guerra. Com o bronze fabricavam címbalos em forma de pandeiros e várias espécies de castanholas, entre as quais se destacava o sistro, usado nas cerimônias celebradas em homenagem à deusa Isis, divindade que personificava a primeira civilização egípcia. A música entre os egípcios era praticada em coletividade, sendo reservado à mulher o desempenho de papel importante no conjunto musical.
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