24 de dez. de 2018
13 de jun. de 2017
Trem Bala
TREM BALA
Ana Vilela
Não é sobre ter todas as pessoas do mundo pra si
É sobre saber que em algum lugar, alguém zela por ti
É sobre cantar e poder escutar mais do que a própria voz
É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre nós
É saber se sentir infinito
Num universo tão vasto e bonito, é saber sonhar
Então fazer valer a pena
Cada verso daquele poema sobre acreditar
Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que venceu
É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu
É sobre ser abrigo e também ter morada em outros corações
E assim ter amigos contigo em todas as situações
A gente não pode ter tudo
Qual seria a graça do mundo se fosse assim?
Por isso eu prefiro sorrisos
E os presentes que a vida trouxe para perto de mim
Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de comprar
E sim sobre cada momento, sorriso a se compartilhar
Também não é sobre correr contra o tempo pra ter sempre mais
Porque quando menos se espera, a vida já ficou pra trás
Segura teu filho no colo
Sorria e abraça os teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Segura teu filho no colo
Sorria e abraça os teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
É sobre saber que em algum lugar, alguém zela por ti
É sobre cantar e poder escutar mais do que a própria voz
É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre nós
É saber se sentir infinito
Num universo tão vasto e bonito, é saber sonhar
Então fazer valer a pena
Cada verso daquele poema sobre acreditar
Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que venceu
É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu
É sobre ser abrigo e também ter morada em outros corações
E assim ter amigos contigo em todas as situações
A gente não pode ter tudo
Qual seria a graça do mundo se fosse assim?
Por isso eu prefiro sorrisos
E os presentes que a vida trouxe para perto de mim
Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de comprar
E sim sobre cada momento, sorriso a se compartilhar
Também não é sobre correr contra o tempo pra ter sempre mais
Porque quando menos se espera, a vida já ficou pra trás
Segura teu filho no colo
Sorria e abraça os teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Segura teu filho no colo
Sorria e abraça os teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
14 de mai. de 2017
23 de mar. de 2017
Harpa
HARPA. Instrumento antiqüíssimo de cordas dedilhadas, presas diagonalmente entre a caixa de ressonância e o braço. Sua forma mais simples – a harpa arqueada - originou-se, segundo se acredita, no arco musical, com várias cordas em lugar da corda única do arco. A moderna harpa triangular, com uma coluna vertical que lhe dá solidez e sustenta o braço, desenvolveu-se a partir da harpa angular, mais antiga, que consistia em duas barras dispostas em ângulo, com as cordas esticadas entre elas. Harpas de arco e harpas angulares ainda são encontradas na África e, na Antiguidade, foram usadas no Egito, Grécia e Roma. As harpas de moldura (estilo moderno) foram desenvolvidas na Idade Média, e a pequena harpa de moldura do soberano irlandês Brian Boru, do século XI, ainda pode ser vista no Museu do Trinity College, em Dublin. Essa típica harpa celta (ou clàsach) mudou pouco nos últimos mil anos, e tais instrumentos ainda são usados para acompanhar canções folclóricas célticas. A harpa orquestral, que assenta no chão em vez de assentar sobre o joelho, esteve em uso esporádico no século XVII, mas era severamente limitada porque as cordas estavam afinadas para a escala diatônica (as notas brancas do piano), o que impedia a emissão de sustenidos e bemóis. A harpa de pedal, inventada em 1720, permitiu que todas as cordas para determinada nota na escala diatônica fossem aumentadas de um semitom. Essa melhoria ainda não tornava inteiramente possível modular livremente de tom para tom ou tocar nos tons bemóis. Sebastian Erard, em 1820, forneceu a solução para esse problema na forma da harpa de dupla ação, em que o pedal pode ser semicalcado para elevar a altura da corda de um semitom, ou completamente calcado para eleva-la de um tom. A harpa moderna está diatonicamente afinada para a clave de dó bemol e tem espectro de cinco oitavas e meia, a partir do dó bemol três oitavas abaixo do dó central. Também foram construídas harpas cromaticamente afinadas, com uma corda para cada semitom. Elas não requeriam pedais, mas o glissando diatônico, característico da harpa, não podia ser executado nela. Com a invenção da harpa de ação dupla, de Erard, os compositores do século XIX foram encorajados a incluir partes para harpa em sua música orquestral, e muitos deles, como Bizet, Ravel e Tchaikovsky, escreveram música especialmente destinada a esse instrumento. Os sons característicos da harpa são o glissando, em que a mão desliza sobre as cordas, e o arpejo, acorde em que as notas são dedilhadas sucessivamente.
19 de mar. de 2017
Harmônio
HARMÔNIO ou Harmonium. Órgão de palheta com teclado e pequeno número de registros.Tem um jogo de palhetas livres, mas não possui tubos; o ar proveniente de foles põe em movimento cada palheta, quando é apertada a respectiva tecla. Os foles são operados por pedais ou, em modelos mais recentes e mais sofisticados, por um motor elétrico.
Inventado no começo do século XIX pelo francês Alexandre Debain, tem sido largamente usado como substituto do órgão, especialmente como acompanhamento no canto coral.
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